sexta-feira, 27 de junho de 2025

Evangelho e palavra do dia 14 junho 2025

Leitura da Segunda Carta de São Paulo aos Coríntios 

5,14-21

Irmãos,

o amor de Cristo nos pressiona,
pois julgamos que um só morreu por todos,
e que, logo, todos morreram.

De fato, Cristo morreu por todos,
para que os vivos não vivam mais para si mesmos,
mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou.

Assim, doravante, não conhecemos ninguém
conforme a natureza humana.
E, se uma vez conhecemos Cristo segundo a carne,
agora já não o conhecemos assim.

Portanto, se alguém está em Cristo,
é uma criatura nova.
O mundo velho desapareceu.
Tudo agora é novo.

E tudo vem de Deus,
que, por Cristo, nos reconciliou consigo
e nos confiou o ministério da reconciliação.

Com efeito,
em Cristo, Deus reconciliou o mundo consigo,
não imputando aos homens as suas faltas
e colocando em nós a palavra da reconciliação.

Somos, pois, embaixadores de Cristo,
e é Deus mesmo que exorta através de nós.
Em nome de Cristo, nós vos suplicamos:
deixai-vos reconciliar com Deus.

Aquele que não cometeu nenhum pecado,

Deus o fez pecado por nós,
para que nele nós nos tornemos justiça de Deus.

Evangelho do Dia


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 

5,33-37

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos:

"Vós ouvistes o que foi dito aos antigos:
'Não jurarás falso',
mas 'cumprirás os teus juramentos feitos ao Senhor'.

Eu, porém, vos digo:

Não jureis de modo algum:
nem pelo céu, porque é o trono de Deus;

nem pela terra, 

porque é o suporte onde apoia os seus pés;
nem por Jerusalém, 

porque é a cidade do Grande Rei.

Não jures tampouco pela tua cabeça,
porque tu não podes tornar branco ou preto
um só fio de cabelo.

Seja o vosso 'sim': 'sim',
e o vosso 'não': 'não'.
Tudo o que for além disso vem do Maligno".

Ser livre — segundo o programa de Cristo e do seu Reino — não quer dizer gozo, mas fadiga: a fadiga da liberdade. À custa desta fadiga o homem "não desperdiça", mas juntamente com Cristo "recolhe" e "acumula". À custa desta fadiga o homem obtém ainda, em si mesmo, aquela unidade que é própria do Reino de Deus. [...] Meus caros Amigos! Esta unidade é o vosso exercício particular, não quereis ceder, se não quereis render-vos à unidade daquele outro programa, o que procura realizar no mundo, na humanidade, na nossa geração e em cada um de nós — aquele que a Sagrada Escritura chama também "pai da mentira" (Jo 8, 44). [...]Aprendei a pensar, a falar e a atuar segundo os princípios da simplicidade e da clareza evangélica: "Sim, sim; não, não". Aprendei a chamar branco ao branco, e preto ao preto — mal ao mal, e bem ao bem. Aprendei a chamar pecado ao pecado, e a não lhe chamar libertação e progresso, ainda que toda a moda e a propaganda lhe fossem contrárias. Mediante tal simplicidade e clareza constrói-se a unidade do Reino de Deus — e esta unidade é, ao mesmo tempo, completa unidade interior de cada homem, é o fundamento da unidade dos cônjuges e das famílias, é a força das sociedades: das sociedades que talvez já sintam, e sintam cada vez melhor, como se procura destruí-las e desorganizá-las a partir de dentro, chamando mal ao bem, e pecado manifestação do progresso e da libertação. (São João Paulo II, Homilia para os estudantes universitários em preparação para a Páscoa, 26 de março de 1981)

Evangelho e palavra do dia 14 junho 2025

Leitura da Segunda Carta de São Paulo aos Coríntios 

5,14-21

Irmãos,

o amor de Cristo nos pressiona,
pois julgamos que um só morreu por todos,
e que, logo, todos morreram.

De fato, Cristo morreu por todos,
para que os vivos não vivam mais para si mesmos,
mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou.

Assim, doravante, não conhecemos ninguém
conforme a natureza humana.
E, se uma vez conhecemos Cristo segundo a carne,
agora já não o conhecemos assim.

Portanto, se alguém está em Cristo,
é uma criatura nova.
O mundo velho desapareceu.
Tudo agora é novo.

E tudo vem de Deus,
que, por Cristo, nos reconciliou consigo
e nos confiou o ministério da reconciliação.

Com efeito,
em Cristo, Deus reconciliou o mundo consigo,
não imputando aos homens as suas faltas
e colocando em nós a palavra da reconciliação.

Somos, pois, embaixadores de Cristo,
e é Deus mesmo que exorta através de nós.
Em nome de Cristo, nós vos suplicamos:
deixai-vos reconciliar com Deus.

Aquele que não cometeu nenhum pecado,

Deus o fez pecado por nós,
para que nele nós nos tornemos justiça de Deus.

Evangelho do Dia


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 

5,33-37

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos:

"Vós ouvistes o que foi dito aos antigos:
'Não jurarás falso',
mas 'cumprirás os teus juramentos feitos ao Senhor'.

Eu, porém, vos digo:

Não jureis de modo algum:
nem pelo céu, porque é o trono de Deus;

nem pela terra, 

porque é o suporte onde apoia os seus pés;
nem por Jerusalém, 

porque é a cidade do Grande Rei.

Não jures tampouco pela tua cabeça,
porque tu não podes tornar branco ou preto
um só fio de cabelo.

Seja o vosso 'sim': 'sim',
e o vosso 'não': 'não'.
Tudo o que for além disso vem do Maligno".

Ser livre — segundo o programa de Cristo e do seu Reino — não quer dizer gozo, mas fadiga: a fadiga da liberdade. À custa desta fadiga o homem "não desperdiça", mas juntamente com Cristo "recolhe" e "acumula". À custa desta fadiga o homem obtém ainda, em si mesmo, aquela unidade que é própria do Reino de Deus. [...] Meus caros Amigos! Esta unidade é o vosso exercício particular, não quereis ceder, se não quereis render-vos à unidade daquele outro programa, o que procura realizar no mundo, na humanidade, na nossa geração e em cada um de nós — aquele que a Sagrada Escritura chama também "pai da mentira" (Jo 8, 44). [...]Aprendei a pensar, a falar e a atuar segundo os princípios da simplicidade e da clareza evangélica: "Sim, sim; não, não". Aprendei a chamar branco ao branco, e preto ao preto — mal ao mal, e bem ao bem. Aprendei a chamar pecado ao pecado, e a não lhe chamar libertação e progresso, ainda que toda a moda e a propaganda lhe fossem contrárias. Mediante tal simplicidade e clareza constrói-se a unidade do Reino de Deus — e esta unidade é, ao mesmo tempo, completa unidade interior de cada homem, é o fundamento da unidade dos cônjuges e das famílias, é a força das sociedades: das sociedades que talvez já sintam, e sintam cada vez melhor, como se procura destruí-las e desorganizá-las a partir de dentro, chamando mal ao bem, e pecado manifestação do progresso e da libertação. (São João Paulo II, Homilia para os estudantes universitários em preparação para a Páscoa, 26 de março de 1981)

Evangelho e palavra do dia 15 junho 2025

Primeira Leitura 

Leitura do Livro dos Provérbios 

8,22-31

Assim fala a Sabedoria de Deus:

"O Senhor me possuiu como primícia de seus caminhos,
antes de suas obras mais antigas;

desde a eternidade fui constituída,
desde o princípio,
antes das origens da terra.

Fui gerada quando não existiam os abismos,
quando não havia os mananciais das águas,

antes que fossem estabelecidas as montanhas,
antes das colinas fui gerada.

Ele ainda não havia feito as terras e os campos,
nem os primeiros vestígios de terra do mundo.

Quando preparava os céus,
ali estava eu,
quando traçava a abóbada sobre o abismo,

quando firmava as nuvens lá no alto
e reprimia as fontes do abismo,

quando fixava ao mar os seus limites
- de modo que as águas não ultrapassassem suas bordas -
e lançava os fundamentos da terra,

eu estava ao seu lado como mestre-de-obras;
eu era seu encanto, dia após dia,
brincando, todo o tempo, em sua presença,

brincando na superfície da terra,
e alegrando-me em estar com os filhos dos homens".

 

Segunda Leitura

Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos 

5,1-5

Irmãos:

Justificados pela fé,
estamos em paz com Deus,
pela mediação do Senhor nosso, Jesus Cristo.

Por ele tivemos acesso,
pela fé, a esta graça,
na qual estamos firmes e nos gloriamos,
na esperança da glória de Deus.

E não só isso,
pois nos gloriamos também de nossas tribulações,
sabendo que a tribulação gera a constância,

a constância leva a uma virtude provada,
a virtude provada desabrocha em esperança;

e a esperança não decepciona,
porque o amor de Deus
foi derramado em nossos corações
pelo Espírito Santo que nos foi dado.

 

Evangelho do Dia


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João 

16,12-15

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos:

"Tenho ainda muitas coisas a dizer-vos,
mas não sois capazes de as compreender agora.

Quando, porém, vier o Espírito da Verdade,
ele vos conduzirá à plena verdade.
Pois ele não falará por si mesmo,
mas dirá tudo o que tiver ouvido;
e até as coisas futuras vos anunciará.

Ele me glorificará,
porque receberá do que é meu
e vo-lo anunciará.

Tudo o que o Pai possui é meu.
Por isso, disse que
o que ele receberá e vos anunciará, é meu".

O Pai - o Filho - o Espírito Santo.

Divina Unidade da Trindade.

Cristo pronunciou este mistério com palavras humanas. E o deixou ao Espírito Santo, na sua vinda: "Quando... vier o Espírito da Verdade, ele vos conduzirá à verdade plena" (Jo 16, 13).

Cada um de nós é introduzido nesta "verdade plena" já mediante o Batismo.

Vivemos desta verdade diariamente, quando começamos a oração e o trabalho "em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo".

Por que, ao pronunciar com essas palavras o nome do inescrutável mistério divino, o nome do Deus vivo que É, fazemos ao mesmo tempo, na nossa fronte, nos ombros e no coração, o sinal da Cruz?

Porque a Cruz é a última palavra do mistério trinitário de Deus na história da salvação do gênero humano.

Quando Cristo diz do Espírito Santo: "receberá do que é meu e vos anunciará", essas palavras se referem de modo particular ao sacrifício da Cruz.

Deus vivo entrou definitivamente na história da criação, na história do homem, precisamente por meio desse sacrifício.

O homem, ao observar a arquitetura do cosmos, aprofunda-se nas profundidades da eterna Sabedoria do Criador.

O homem, ao olhar para a Cruz, conhece o amor que permeia essa Sabedoria e toda a sua obra.

Conhece o amor que foi derramado em nossos corações por meio do Espírito Santo (cf. Rm 5, 5).

Conhece que "Deus é amor" (1 Jo 4, 16).

Por isso, o Espírito Santo nos foi dado... foi dado aos nossos corações. Foi dado na Cruz de Cristo, no seu sacrifício redentor.

Deus é amor. Eis o nome d'Aquele que É.

Nesse nome, "estamos firmes e nos gloriamos na esperança da glória de Deus" (cf. Rm 5, 2).

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, a Deus que é, que era e que vem!

(São João Paulo II, Visita Pastoral a Grosseto, Homilia de 21 de maio de 1989)

Evangelho e palavra do dia 15 junho 2025

Primeira Leitura 

Leitura do Livro dos Provérbios 

8,22-31

Assim fala a Sabedoria de Deus:

"O Senhor me possuiu como primícia de seus caminhos,
antes de suas obras mais antigas;

desde a eternidade fui constituída,
desde o princípio,
antes das origens da terra.

Fui gerada quando não existiam os abismos,
quando não havia os mananciais das águas,

antes que fossem estabelecidas as montanhas,
antes das colinas fui gerada.

Ele ainda não havia feito as terras e os campos,
nem os primeiros vestígios de terra do mundo.

Quando preparava os céus,
ali estava eu,
quando traçava a abóbada sobre o abismo,

quando firmava as nuvens lá no alto
e reprimia as fontes do abismo,

quando fixava ao mar os seus limites
- de modo que as águas não ultrapassassem suas bordas -
e lançava os fundamentos da terra,

eu estava ao seu lado como mestre-de-obras;
eu era seu encanto, dia após dia,
brincando, todo o tempo, em sua presença,

brincando na superfície da terra,
e alegrando-me em estar com os filhos dos homens".

 

Segunda Leitura

Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos 

5,1-5

Irmãos:

Justificados pela fé,
estamos em paz com Deus,
pela mediação do Senhor nosso, Jesus Cristo.

Por ele tivemos acesso,
pela fé, a esta graça,
na qual estamos firmes e nos gloriamos,
na esperança da glória de Deus.

E não só isso,
pois nos gloriamos também de nossas tribulações,
sabendo que a tribulação gera a constância,

a constância leva a uma virtude provada,
a virtude provada desabrocha em esperança;

e a esperança não decepciona,
porque o amor de Deus
foi derramado em nossos corações
pelo Espírito Santo que nos foi dado.

 

Evangelho do Dia


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João 

16,12-15

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos:

"Tenho ainda muitas coisas a dizer-vos,
mas não sois capazes de as compreender agora.

Quando, porém, vier o Espírito da Verdade,
ele vos conduzirá à plena verdade.
Pois ele não falará por si mesmo,
mas dirá tudo o que tiver ouvido;
e até as coisas futuras vos anunciará.

Ele me glorificará,
porque receberá do que é meu
e vo-lo anunciará.

Tudo o que o Pai possui é meu.
Por isso, disse que
o que ele receberá e vos anunciará, é meu".

O Pai - o Filho - o Espírito Santo.

Divina Unidade da Trindade.

Cristo pronunciou este mistério com palavras humanas. E o deixou ao Espírito Santo, na sua vinda: "Quando... vier o Espírito da Verdade, ele vos conduzirá à verdade plena" (Jo 16, 13).

Cada um de nós é introduzido nesta "verdade plena" já mediante o Batismo.

Vivemos desta verdade diariamente, quando começamos a oração e o trabalho "em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo".

Por que, ao pronunciar com essas palavras o nome do inescrutável mistério divino, o nome do Deus vivo que É, fazemos ao mesmo tempo, na nossa fronte, nos ombros e no coração, o sinal da Cruz?

Porque a Cruz é a última palavra do mistério trinitário de Deus na história da salvação do gênero humano.

Quando Cristo diz do Espírito Santo: "receberá do que é meu e vos anunciará", essas palavras se referem de modo particular ao sacrifício da Cruz.

Deus vivo entrou definitivamente na história da criação, na história do homem, precisamente por meio desse sacrifício.

O homem, ao observar a arquitetura do cosmos, aprofunda-se nas profundidades da eterna Sabedoria do Criador.

O homem, ao olhar para a Cruz, conhece o amor que permeia essa Sabedoria e toda a sua obra.

Conhece o amor que foi derramado em nossos corações por meio do Espírito Santo (cf. Rm 5, 5).

Conhece que "Deus é amor" (1 Jo 4, 16).

Por isso, o Espírito Santo nos foi dado... foi dado aos nossos corações. Foi dado na Cruz de Cristo, no seu sacrifício redentor.

Deus é amor. Eis o nome d'Aquele que É.

Nesse nome, "estamos firmes e nos gloriamos na esperança da glória de Deus" (cf. Rm 5, 2).

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, a Deus que é, que era e que vem!

(São João Paulo II, Visita Pastoral a Grosseto, Homilia de 21 de maio de 1989)

Evangelho e palavra do dia 16 junho 2025

Leitura da Segunda Carta de São Paulo aos Coríntios 

6,1-10

Irmãos,

como colaboradores de Cristo,
nós vos exortamos 

a não receberdes em vão a graça de Deus,

pois ele diz: 

"No momento favorável, eu te ouvi
e no dia da salvação, eu te socorri".
É agora o momento favorável,
é agora o dia da salvação.

Não damos a ninguém nenhum motivo de escândalo,
para que o nosso ministério não seja desacreditado.

Mas em tudo nos recomendamos como ministros de Deus,
com muita paciência,
em tribulações, em necessidades, em angústias,

em açoites, em prisões, em tumultos,
em fadigas, em insônias, em jejuns,

em castidade, em compreensão, em longanimidade,
em bondade, no Espírito Santo, em amor sincero,

em palavras verdadeiras, no poder de Deus,
em armas de justiça, ofensivas e defensivas,

em honra e desonra, em má ou boa fama;
considerados sedutores, sendo, porém, verazes;

como desconhecidos, sendo porém, bem conhecidos;
como moribundos, embora vivamos;
como castigados mas não mortos;

como aflitos, mas sempre alegres;
como pobres, mas enriquecendo muitos;
como quem nada possui, mas tendo tudo.

Evangelho do Dia


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 

5,38-42

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos:

"Ouvistes o que foi dito:
'Olho por olho e dente por dente!'

Eu, porém, vos digo:
Não enfrenteis quem é malvado!
Pelo contrário, se alguém te dá um tapa na face direita,
oferece-lhe também a esquerda!

Se alguém quiser abrir um processo
para tomar a tua túnica, dá-lhe também o manto!

Se alguém te forçar a andar um quilômetro,
caminha dois com ele!

Dá a quem te pedir
e não vires as costas a quem te pede emprestado".

O Sermão da Montanha, conforme relatado por Mateus, é o lugar no Novo Testamento onde se vê claramente afirmado e exercido decisivamente por Jesus o poder sobre a Lei que Israel recebeu de Deus como alicerce da aliança. [...] A nova lei trazida por Ele tem sua síntese no amor. Esse amor fará o homem superar, em suas relações com os outros, a clássica contraposição amigo-inimigo, e tenderá, do interior dos corações, a traduzir-se em correspondentes formas de solidariedade social e política, inclusive institucionalizada. Será, portanto, muito ampla, na história, a irradiação do "mandamento novo" de Jesus. Neste momento, nos vemos obrigados sobretudo manifestar que nos trechos importantes do "Sermão da Montanha", repete-se a contraposição: "Ouvistes que foi dito... Mas eu vos digo"; e isso não para "ab-rogar" a Lei divina da Antiga Aliança, mas para indicar o "perfeito cumprimento", segundo o sentido pretendido por Deus-Legislador, que Jesus ilumina com nova luz e explica em todo o seu valor realizador de nova vida e gerador de nova história: e o faz atribuindo a si mesmo uma autoridade que é a mesma do Deus-Legislador. Pode-se dizer que, naquela sua expressão repetida seis vezes: "Eu vos digo", ressoa o eco daquela autodefinição de Deus, que Jesus também atribuiu a si: "Eu Sou" (Jo 8, 58). (São João Paulo II. Audiência Geral de 14 de outubro de 1987)


Evangelho e palavra do dia 16 junho 2025

Leitura da Segunda Carta de São Paulo aos Coríntios 

6,1-10

Irmãos,

como colaboradores de Cristo,
nós vos exortamos 

a não receberdes em vão a graça de Deus,

pois ele diz: 

"No momento favorável, eu te ouvi
e no dia da salvação, eu te socorri".
É agora o momento favorável,
é agora o dia da salvação.

Não damos a ninguém nenhum motivo de escândalo,
para que o nosso ministério não seja desacreditado.

Mas em tudo nos recomendamos como ministros de Deus,
com muita paciência,
em tribulações, em necessidades, em angústias,

em açoites, em prisões, em tumultos,
em fadigas, em insônias, em jejuns,

em castidade, em compreensão, em longanimidade,
em bondade, no Espírito Santo, em amor sincero,

em palavras verdadeiras, no poder de Deus,
em armas de justiça, ofensivas e defensivas,

em honra e desonra, em má ou boa fama;
considerados sedutores, sendo, porém, verazes;

como desconhecidos, sendo porém, bem conhecidos;
como moribundos, embora vivamos;
como castigados mas não mortos;

como aflitos, mas sempre alegres;
como pobres, mas enriquecendo muitos;
como quem nada possui, mas tendo tudo.

Evangelho do Dia


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 

5,38-42

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos:

"Ouvistes o que foi dito:
'Olho por olho e dente por dente!'

Eu, porém, vos digo:
Não enfrenteis quem é malvado!
Pelo contrário, se alguém te dá um tapa na face direita,
oferece-lhe também a esquerda!

Se alguém quiser abrir um processo
para tomar a tua túnica, dá-lhe também o manto!

Se alguém te forçar a andar um quilômetro,
caminha dois com ele!

Dá a quem te pedir
e não vires as costas a quem te pede emprestado".

O Sermão da Montanha, conforme relatado por Mateus, é o lugar no Novo Testamento onde se vê claramente afirmado e exercido decisivamente por Jesus o poder sobre a Lei que Israel recebeu de Deus como alicerce da aliança. [...] A nova lei trazida por Ele tem sua síntese no amor. Esse amor fará o homem superar, em suas relações com os outros, a clássica contraposição amigo-inimigo, e tenderá, do interior dos corações, a traduzir-se em correspondentes formas de solidariedade social e política, inclusive institucionalizada. Será, portanto, muito ampla, na história, a irradiação do "mandamento novo" de Jesus. Neste momento, nos vemos obrigados sobretudo manifestar que nos trechos importantes do "Sermão da Montanha", repete-se a contraposição: "Ouvistes que foi dito... Mas eu vos digo"; e isso não para "ab-rogar" a Lei divina da Antiga Aliança, mas para indicar o "perfeito cumprimento", segundo o sentido pretendido por Deus-Legislador, que Jesus ilumina com nova luz e explica em todo o seu valor realizador de nova vida e gerador de nova história: e o faz atribuindo a si mesmo uma autoridade que é a mesma do Deus-Legislador. Pode-se dizer que, naquela sua expressão repetida seis vezes: "Eu vos digo", ressoa o eco daquela autodefinição de Deus, que Jesus também atribuiu a si: "Eu Sou" (Jo 8, 58). (São João Paulo II. Audiência Geral de 14 de outubro de 1987)


Evangelho e palavra do dia 17 junho 2025

Leitura da Segunda Carta de São Paulo aos Coríntios 

8,1-9

Irmãos, queremos levar ao vosso conhecimento a graça de Deus
que foi concedida às Igrejas da Macedônia.

Com efeito, em meio a grandes tribulações

que as provaram,
a sua extraordinária alegria e extrema pobreza
transbordaram em tesouros de liberalidade.

Eu sou testemunha de que esses irmãos,
segundo os seus recursos 

e mesmo além dos seus recursos,
por sua própria iniciativa

e com muita insistência,
nos pediram a graça de participar da coleta
em favor dos santos de Jerusalém.

E, indo além de nossas expectativas,
colocaram-se logo à disposição do Senhor
e também à nossa, pela vontade de Deus.

Por isso solicitamos a Tito que,
assim como a iniciou,
ele leve a bom termo entre vós essa obra de generosidade.

E como tendes tudo em abundância
— fé, eloquência, ciência, zelo para tudo,
e a caridade de que vos demos o exemplo —
assim também procurai ser abundantes
nesta obra de generosidade.

Não é uma ordem que estou dando;
mas é para testar a sinceridade da vossa caridade
que eu lembro a boa vontade de outros.

Na verdade, conheceis a generosidade
de nosso Senhor Jesus Cristo:
de rico que era, tornou-se pobre por causa de vós,
para que vos torneis ricos, por sua pobreza.

Evangelho do Dia


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 

5,43-48

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos:

"Vós ouvistes o que foi dito:
'Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo!'

Eu, porém, vos digo: 

Amai os vossos inimigos
e rezai por aqueles que vos perseguem!

Assim, vos tornareis filhos
do vosso Pai que está nos céus,
porque ele faz nascer o sol sobre maus e bons,
e faz cair a chuva sobre justos e injustos.

Porque, se amais somente aqueles que vos amam,
que recompensa tereis?
Os cobradores de impostos não fazem a mesma coisa?

E se saudais somente os vossos irmãos,

o que fazeis de extraordinário?
Os pagãos não fazem a mesma coisa?

Portanto, sede perfeitos
como o vosso Pai celeste é perfeito".

Por que Jesus pede para amar os próprios inimigos, isto é, um amor que excede as capacidades humanas? Na realidade, a proposta de Cristo é realista, pois considera que no mundo existe demasiada violência, demasiada injustiça, e portanto, não se pode superar esta situação exceto se lhe contrapuser um algo mais de amor, um algo mais de bondade. Este "algo mais" vem de Deus: é a sua misericórdia, que se fez carne em Jesus e que sozinha pode "inclinar" o mundo do mal para o bem, a partir daquele pequeno e decisivo "mundo" que é o coração do homem. Exatamente esta página evangélica é considerada a magna charta da não-violência cristã, que não consiste em entregar-se ao mal segundo uma falsa interpretação do "oferecer a outra face" (cf. Lc 6, 29) mas em responder ao mal com o bem (cf. Rm 12, 17-21), quebrando dessa forma a corrente da injustiça. Então, compreende-se que a não-violência para os cristãos não é um mero comportamento táctico, mas um modo de ser da pessoa, uma atitude de quem está tão convicto do amor de Deus e do seu poder, que não tem medo de enfrentar o mal somente com as armas do amor e da verdade. (Papa Bento XVI, Angelus de 18 de fevereiro de 2007)


Evangelho e palavra do dia 17 junho 2025

Leitura da Segunda Carta de São Paulo aos Coríntios 

8,1-9

Irmãos, queremos levar ao vosso conhecimento a graça de Deus
que foi concedida às Igrejas da Macedônia.

Com efeito, em meio a grandes tribulações

que as provaram,
a sua extraordinária alegria e extrema pobreza
transbordaram em tesouros de liberalidade.

Eu sou testemunha de que esses irmãos,
segundo os seus recursos 

e mesmo além dos seus recursos,
por sua própria iniciativa

e com muita insistência,
nos pediram a graça de participar da coleta
em favor dos santos de Jerusalém.

E, indo além de nossas expectativas,
colocaram-se logo à disposição do Senhor
e também à nossa, pela vontade de Deus.

Por isso solicitamos a Tito que,
assim como a iniciou,
ele leve a bom termo entre vós essa obra de generosidade.

E como tendes tudo em abundância
— fé, eloquência, ciência, zelo para tudo,
e a caridade de que vos demos o exemplo —
assim também procurai ser abundantes
nesta obra de generosidade.

Não é uma ordem que estou dando;
mas é para testar a sinceridade da vossa caridade
que eu lembro a boa vontade de outros.

Na verdade, conheceis a generosidade
de nosso Senhor Jesus Cristo:
de rico que era, tornou-se pobre por causa de vós,
para que vos torneis ricos, por sua pobreza.

Evangelho do Dia


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 

5,43-48

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos:

"Vós ouvistes o que foi dito:
'Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo!'

Eu, porém, vos digo: 

Amai os vossos inimigos
e rezai por aqueles que vos perseguem!

Assim, vos tornareis filhos
do vosso Pai que está nos céus,
porque ele faz nascer o sol sobre maus e bons,
e faz cair a chuva sobre justos e injustos.

Porque, se amais somente aqueles que vos amam,
que recompensa tereis?
Os cobradores de impostos não fazem a mesma coisa?

E se saudais somente os vossos irmãos,

o que fazeis de extraordinário?
Os pagãos não fazem a mesma coisa?

Portanto, sede perfeitos
como o vosso Pai celeste é perfeito".

Por que Jesus pede para amar os próprios inimigos, isto é, um amor que excede as capacidades humanas? Na realidade, a proposta de Cristo é realista, pois considera que no mundo existe demasiada violência, demasiada injustiça, e portanto, não se pode superar esta situação exceto se lhe contrapuser um algo mais de amor, um algo mais de bondade. Este "algo mais" vem de Deus: é a sua misericórdia, que se fez carne em Jesus e que sozinha pode "inclinar" o mundo do mal para o bem, a partir daquele pequeno e decisivo "mundo" que é o coração do homem. Exatamente esta página evangélica é considerada a magna charta da não-violência cristã, que não consiste em entregar-se ao mal segundo uma falsa interpretação do "oferecer a outra face" (cf. Lc 6, 29) mas em responder ao mal com o bem (cf. Rm 12, 17-21), quebrando dessa forma a corrente da injustiça. Então, compreende-se que a não-violência para os cristãos não é um mero comportamento táctico, mas um modo de ser da pessoa, uma atitude de quem está tão convicto do amor de Deus e do seu poder, que não tem medo de enfrentar o mal somente com as armas do amor e da verdade. (Papa Bento XVI, Angelus de 18 de fevereiro de 2007)


Evangelho e palavra do dia 18 junho 2025


Leitura da Segunda Carta de São Paulo aos Coríntios 

9,6-11

Irmãos,

"Quem semeia pouco colherá também pouco
e quem semeia com largueza 

colherá também com largueza".

Dê cada um conforme tiver decidido em seu coração,
sem pesar nem constrangimento;
pois Deus "ama quem dá com alegria".

Deus é poderoso para vos cumular de toda sorte de graças,
para que, em tudo, tenhais sempre o necessário
e ainda tenhais de sobra para toda obra boa,

como está escrito:
"Distribuiu generosamente, deu aos pobres;
a sua justiça permanece para sempre".

Aquele que dá a semente ao semeador
e lhe dará o pão como alimento,
ele mesmo multiplicará as vossas sementes
e aumentará os frutos da vossa justiça.

Assim, ficareis enriquecidos em tudo
e podereis praticar toda espécie de liberalidade,
que, através de nós, 

resultará em ação de graças a Deus.

Evangelho do Dia


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 

6,1-6.16-18

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos:

"Ficai atentos
para não praticar a vossa justiça na frente dos homens
só para serdes vistos por eles.
Caso contrário, não recebereis a recompensa
do vosso Pai que está nos céus.

Por isso, quando deres esmola,
não toques a trombeta diante de ti,
como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas,
para serem elogiados pelos homens.
Em verdade vos digo,
eles já receberam a sua recompensa.

Ao contrário, quando deres esmola,
que a tua mão esquerda não saiba
o que faz a tua mão direita,

de modo que a tua esmola fique oculta.
E o teu Pai, que vê o que está oculto,
te dará a recompensa.

Quando orardes,
não sejais como os hipócritas,
que gostam de rezar em pé,
nas sinagogas e nas esquinas das praças,
para serem vistos pelos homens.

Em verdade vos digo,
eles já receberam a sua recompensa.

Ao contrário, quando tu orares,
entra no teu quarto, fecha a porta,
e reza ao teu Pai que está oculto.
E o teu Pai, que vê o que está escondido,
te dará a recompensa.

Quando jejuardes,
não fiqueis com o rosto triste como os hipócritas.
Eles desfiguram o rosto,
para que os homens vejam que estão jejuando.
Em verdade vos digo,
Eles já receberam a sua recompensa.

Tu, porém, quando jejuares,
perfuma a cabeça e lava o rosto,

para que os homens não vejam
que tu estás jejuando,
mas somente teu Pai, que está oculto.
E o teu Pai, que vê o que está escondido,
te dará a recompensa".

[...] quando rezas, entra no silêncio do teu quarto, retira-te do mundo e dirige-te a Deus chamando-o "Pai!". Jesus quer que os seus discípulos não sejam como os hipócritas que rezam permanecendo de pé nas praças, para ser admirados pelo povo (cf. Mt 6, 5). Jesus não quer hipocrisia. A verdadeira oração é aquela que se faz no segredo da consciência, do coração: insondável, visível unicamente a Deus. Eu e Deus! Ela evita a falsidade: com Deus, é impossível fingir. É impossível, diante de Deus não há estratagema que possa funcionar, Deus conhece-nos assim, nus na consciência, e não se pode fingir. Na raiz do diálogo com Deus existe um diálogo silencioso, como o cruzamento de olhares entre duas pessoas que se amam: o homem e Deus cruzam os olhares, e isto é oração. Fitar Deus e deixar-se olhar por Deus: isto é rezar. (Papa Francisco, Audiência Geral de 13 de fevereiro de 2019)

Evangelho e palavra do dia 18 junho 2025

Leitura da Segunda Carta de São Paulo aos Coríntios 

9,6-11

Irmãos,

"Quem semeia pouco colherá também pouco
e quem semeia com largueza 

colherá também com largueza".

Dê cada um conforme tiver decidido em seu coração,
sem pesar nem constrangimento;
pois Deus "ama quem dá com alegria".

Deus é poderoso para vos cumular de toda sorte de graças,
para que, em tudo, tenhais sempre o necessário
e ainda tenhais de sobra para toda obra boa,

como está escrito:
"Distribuiu generosamente, deu aos pobres;
a sua justiça permanece para sempre".

Aquele que dá a semente ao semeador
e lhe dará o pão como alimento,
ele mesmo multiplicará as vossas sementes
e aumentará os frutos da vossa justiça.

Assim, ficareis enriquecidos em tudo
e podereis praticar toda espécie de liberalidade,
que, através de nós, 

resultará em ação de graças a Deus.

Evangelho do Dia


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 

6,1-6.16-18

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos:

"Ficai atentos
para não praticar a vossa justiça na frente dos homens
só para serdes vistos por eles.
Caso contrário, não recebereis a recompensa
do vosso Pai que está nos céus.

Por isso, quando deres esmola,
não toques a trombeta diante de ti,
como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas,
para serem elogiados pelos homens.
Em verdade vos digo,
eles já receberam a sua recompensa.

Ao contrário, quando deres esmola,
que a tua mão esquerda não saiba
o que faz a tua mão direita,

de modo que a tua esmola fique oculta.
E o teu Pai, que vê o que está oculto,
te dará a recompensa.

Quando orardes,
não sejais como os hipócritas,
que gostam de rezar em pé,
nas sinagogas e nas esquinas das praças,
para serem vistos pelos homens.

Em verdade vos digo,
eles já receberam a sua recompensa.

Ao contrário, quando tu orares,
entra no teu quarto, fecha a porta,
e reza ao teu Pai que está oculto.
E o teu Pai, que vê o que está escondido,
te dará a recompensa.

Quando jejuardes,
não fiqueis com o rosto triste como os hipócritas.
Eles desfiguram o rosto,
para que os homens vejam que estão jejuando.
Em verdade vos digo,
Eles já receberam a sua recompensa.

Tu, porém, quando jejuares,
perfuma a cabeça e lava o rosto,

para que os homens não vejam
que tu estás jejuando,
mas somente teu Pai, que está oculto.
E o teu Pai, que vê o que está escondido,
te dará a recompensa".

[...] quando rezas, entra no silêncio do teu quarto, retira-te do mundo e dirige-te a Deus chamando-o "Pai!". Jesus quer que os seus discípulos não sejam como os hipócritas que rezam permanecendo de pé nas praças, para ser admirados pelo povo (cf. Mt 6, 5). Jesus não quer hipocrisia. A verdadeira oração é aquela que se faz no segredo da consciência, do coração: insondável, visível unicamente a Deus. Eu e Deus! Ela evita a falsidade: com Deus, é impossível fingir. É impossível, diante de Deus não há estratagema que possa funcionar, Deus conhece-nos assim, nus na consciência, e não se pode fingir. Na raiz do diálogo com Deus existe um diálogo silencioso, como o cruzamento de olhares entre duas pessoas que se amam: o homem e Deus cruzam os olhares, e isto é oração. Fitar Deus e deixar-se olhar por Deus: isto é rezar. (Papa Francisco, Audiência Geral de 13 de fevereiro de 2019)

Evangelho e palavra do dia 19 junho 2025


Primeira Leitura

Leitura do Livro do Gênesis 

14,18-20

Naqueles dias,

Melquisedec, rei de Salém, trouxe pão e vinho
e como sacerdote do Deus Altíssimo,

abençoou Abrão, dizendo:
"Bendito seja Abrão pelo Deus Altíssimo,
criador do céu e da terra!

Bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou
teus inimigos em tuas mãos!"
E Abrão entregou-lhe o dízimo de tudo.

 

Segunda Leitura

Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios 11,23-26

Irmãos:

23

O que eu recebi do Senhor

foi isso que eu vos transmiti:

Na noite em que foi entregue,
o Senhor Jesus tomou o pão

24

e, depois de dar graças, partiu-o e disse:
"Isto é o meu corpo

que é dado por vós.
Fazei isto em minha memória".

25

Do mesmo modo, depois da ceia,
tomou também o cálice e disse:
"Este cálice é a nova aliança, em meu sangue.
Todas as vezes que dele beberdes,
fazei-o em minha memória".

26

Todas as vezes, de fato, que comerdes deste pão
e beberdes deste cálice,
estareis proclamando a morte do Senhor,
até que ele venha.

 

 

Evangelho do Dia


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 

9,11b-17


Naquele tempo,

Jesus acolheu as multidões,
falava-lhes sobre o Reino de Deus
e curava todos os que precisavam.

A tarde vinha chegando.
Os doze apóstolos aproximaram-se de Jesus
e disseram: 

"Despede a multidão,
para que possa ir aos povoados e campos vizinhos
procurar hospedagem e comida,
pois estamos num lugar deserto".

Mas Jesus disse: 

"Dai-lhes vós mesmos de comer".
Eles responderam:

"Só temos cinco pães e dois peixes.
A não ser que fôssemos comprar comida
para toda essa gente".

Estavam ali mais ou menos cinco mil homens.
Mas Jesus disse aos discípulos:
"Mandai o povo sentar-se em grupos de cinquenta".

Os discípulos assim fizeram, e todos se sentaram.

Então Jesus tomou os cinco pães e os dois peixes,
elevou os olhos para o céu, abençoou-os, partiu-os
e os deu aos discípulos para distribuí-los à multidão.

Todos comeram e ficaram satisfeitos.
E ainda foram recolhidos doze cestos
dos pedaços que sobraram.

É sempre válida a observação de santo Agostinho: Verbo crescente, verba deficiunt — «Quando o Verbo de Deus cresce, as palavras do homem faltam» (cf. Sermo 288, 5: PL 38, 1307; Sermo 120, 2: PL 38, 677). Os Evangelhos apresentam com frequência, sobretudo nas escolhas decisivas, Jesus que se retira totalmente sozinho num lugar afastado das multidões e dos próprios discípulos para rezar no silêncio e viver a sua relação filial com Deus. O silêncio é capaz de escavar um espaço interior no nosso íntimo, para ali fazer habitar Deus, para que a sua Palavra permaneça em nós, a fim de que o amor por Ele se arraigue na nossa mente e no nosso coração, e anime a nossa vida. Portanto, a primeira direção: voltar a aprender o silêncio, a abertura à escuta, que nos abre ao próximo, à Palavra de Deus.[…] O cristão sabe bem que o Senhor está presente e escuta, mesmo na escuridão da dor, da rejeição e da solidão. Jesus garante aos discípulos e a cada um de nós que Deus conhece bem as nossas necessidades, em qualquer momento da nossa vida. Ele ensina aos discípulos: «Nas vossas orações, não sejais como os gentios, que usam vãs repetições, porque pensam que, por muito falarem, serão atendidos. Não façais como eles, porque o vosso Pai celeste sabe do que necessitais, antes que vós lho peçais» (Mt 6, 7-8): um coração atento, silencioso e aberto é mais importante que muitas palavras. Deus conhece-nos no íntimo, mais do que nós mesmos, e ama-nos: e saber isto deve ser suficiente. (Papa Bento XVI, Audiência Geral de 7 de março de 2012)


Evangelho e palavra do dia 19 junho 2025

Primeira Leitura

Leitura do Livro do Gênesis 

14,18-20

Naqueles dias,

Melquisedec, rei de Salém, trouxe pão e vinho
e como sacerdote do Deus Altíssimo,

abençoou Abrão, dizendo:
"Bendito seja Abrão pelo Deus Altíssimo,
criador do céu e da terra!

Bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou
teus inimigos em tuas mãos!"
E Abrão entregou-lhe o dízimo de tudo.

 

Segunda Leitura

Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios 11,23-26

Irmãos:

23

O que eu recebi do Senhor

foi isso que eu vos transmiti:

Na noite em que foi entregue,
o Senhor Jesus tomou o pão

24

e, depois de dar graças, partiu-o e disse:
"Isto é o meu corpo

que é dado por vós.
Fazei isto em minha memória".

25

Do mesmo modo, depois da ceia,
tomou também o cálice e disse:
"Este cálice é a nova aliança, em meu sangue.
Todas as vezes que dele beberdes,
fazei-o em minha memória".

26

Todas as vezes, de fato, que comerdes deste pão
e beberdes deste cálice,
estareis proclamando a morte do Senhor,
até que ele venha.

 

 

Evangelho do Dia


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 

9,11b-17


Naquele tempo,

Jesus acolheu as multidões,
falava-lhes sobre o Reino de Deus
e curava todos os que precisavam.

A tarde vinha chegando.
Os doze apóstolos aproximaram-se de Jesus
e disseram: 

"Despede a multidão,
para que possa ir aos povoados e campos vizinhos
procurar hospedagem e comida,
pois estamos num lugar deserto".

Mas Jesus disse: 

"Dai-lhes vós mesmos de comer".
Eles responderam:

"Só temos cinco pães e dois peixes.
A não ser que fôssemos comprar comida
para toda essa gente".

Estavam ali mais ou menos cinco mil homens.
Mas Jesus disse aos discípulos:
"Mandai o povo sentar-se em grupos de cinquenta".

Os discípulos assim fizeram, e todos se sentaram.

Então Jesus tomou os cinco pães e os dois peixes,
elevou os olhos para o céu, abençoou-os, partiu-os
e os deu aos discípulos para distribuí-los à multidão.

Todos comeram e ficaram satisfeitos.
E ainda foram recolhidos doze cestos
dos pedaços que sobraram.

É sempre válida a observação de santo Agostinho: Verbo crescente, verba deficiunt — «Quando o Verbo de Deus cresce, as palavras do homem faltam» (cf. Sermo 288, 5: PL 38, 1307; Sermo 120, 2: PL 38, 677). Os Evangelhos apresentam com frequência, sobretudo nas escolhas decisivas, Jesus que se retira totalmente sozinho num lugar afastado das multidões e dos próprios discípulos para rezar no silêncio e viver a sua relação filial com Deus. O silêncio é capaz de escavar um espaço interior no nosso íntimo, para ali fazer habitar Deus, para que a sua Palavra permaneça em nós, a fim de que o amor por Ele se arraigue na nossa mente e no nosso coração, e anime a nossa vida. Portanto, a primeira direção: voltar a aprender o silêncio, a abertura à escuta, que nos abre ao próximo, à Palavra de Deus.[…] O cristão sabe bem que o Senhor está presente e escuta, mesmo na escuridão da dor, da rejeição e da solidão. Jesus garante aos discípulos e a cada um de nós que Deus conhece bem as nossas necessidades, em qualquer momento da nossa vida. Ele ensina aos discípulos: «Nas vossas orações, não sejais como os gentios, que usam vãs repetições, porque pensam que, por muito falarem, serão atendidos. Não façais como eles, porque o vosso Pai celeste sabe do que necessitais, antes que vós lho peçais» (Mt 6, 7-8): um coração atento, silencioso e aberto é mais importante que muitas palavras. Deus conhece-nos no íntimo, mais do que nós mesmos, e ama-nos: e saber isto deve ser suficiente. (Papa Bento XVI, Audiência Geral de 7 de março de 2012)


Evangelho e palavra do dia 20 junho 2025

Leitura da Segunda Carta de São Paulo aos Coríntios 

11,18.21b-30

Irmãos,

já que muitos se gloriam segundo a carne,
eu também me gloriarei.

O que outros ousam dizer em vantagem própria,
eu também o digo a meu respeito,
embora fale como insensato.

São hebreus? Eu também.
São israelitas? Eu também.
São da descendência de Abraão? Eu também.

São servos de Cristo?
Como menos sensato digo:
Eu ainda mais.
De fato, muito mais do que eles:
pelos trabalhos, pelas prisões,
pelos açoites sem conta.
Muitas vezes, vi-me em perigo de morte.

Cinco vezes,
recebi dos judeus quarenta açoites menos um.

Três vezes, fui batido com varas.
Uma vez, fui apedrejado.
Três vezes, naufraguei.
Passei uma noite e um dia no alto mar.

Fiz inúmeras viagens, com inúmeros perigos:
perigos de rios,
perigos de ladrões,
perigos da parte de meus compatriotas,
perigos da parte dos pagãos,
perigos na cidade,
perigos em lugares desertos,

perigos no mar,
perigos por parte de falsos irmãos.

Trabalhos e fadigas,
inúmeras vigílias, fome e sede,
frequentes jejuns, frio e nudez!

E, sem falar de outras coisas,
a minha preocupação de cada dia,
a solicitude por todas as igrejas!

Quem é fraco, que eu também não seja fraco com ele?
Quem é escandalizado,
que eu não fique ardendo de indignação?

Se é preciso gloriar-se,
é de minhas fraquezas que me gloriarei!

Evangelho do Dia


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 

6,19-23

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos:

"Não junteis tesouros aqui na terra,
onde a traça e a ferrugem destroem,
e os ladrões assaltam e roubam.

Ao contrário, juntai para vós tesouros no céu,
onde nem a traça e a ferrugem destroem,
nem os ladrões assaltam e roubam.

Porque, onde está o teu tesouro,
aí estará também o teu coração.

O olho é a lâmpada do corpo.
Se o teu olho é sadio,
todo o teu corpo ficará iluminado.

Se o teu olho está doente,
todo o teu corpo ficará na escuridão.
Ora, se a luz que existe em ti é escuridão,
como será grande a escuridão".

... onde está o teu tesouro, aquele que tu desejas? — porque Jesus nos disse: onde estiver o vosso tesouro, ali estará também o vosso coração — e eu pergunto: onde está o teu tesouro? Qual é para ti a realidade mais importante, mais preciosa, a realidade que atrai o meu coração como um íman? O que atrai o teu coração? Posso dizer que é o amor de Deus? Há o desejo de fazer o bem ao próximo, de viver para o Senhor e para os nossos irmãos? Posso dizer isto? Cada um responda no seu coração. Mas alguém pode dizer-me: mas Padre, eu trabalho, tenho família, para mim a realidade mais importante é ocupar-me da minha família, do trabalho... Sem dúvida, é verdade, é importante. Mas qual é a força que mantém a família unida? É precisamente o amor, e quem semeia o amor no nosso coração é Deus, o amor de Deus, é mesmo o amor de Deus que confere sentido aos pequenos compromissos diários e que ajuda também a enfrentar as grandes provações. Este é o tesouro autêntico do homem. Ir em frente na vida com amor, com aquele amor que o Senhor semeou no coração, com o amor de Deus. Este é o verdadeiro tesouro. (Papa Francisco, Angelus de 11 de agosto de 2013)


Evangelho e palavra do dia 20 junho 2025

Leitura da Segunda Carta de São Paulo aos Coríntios 

11,18.21b-30

Irmãos,

já que muitos se gloriam segundo a carne,
eu também me gloriarei.

O que outros ousam dizer em vantagem própria,
eu também o digo a meu respeito,
embora fale como insensato.

São hebreus? Eu também.
São israelitas? Eu também.
São da descendência de Abraão? Eu também.

São servos de Cristo?
Como menos sensato digo:
Eu ainda mais.
De fato, muito mais do que eles:
pelos trabalhos, pelas prisões,
pelos açoites sem conta.
Muitas vezes, vi-me em perigo de morte.

Cinco vezes,
recebi dos judeus quarenta açoites menos um.

Três vezes, fui batido com varas.
Uma vez, fui apedrejado.
Três vezes, naufraguei.
Passei uma noite e um dia no alto mar.

Fiz inúmeras viagens, com inúmeros perigos:
perigos de rios,
perigos de ladrões,
perigos da parte de meus compatriotas,
perigos da parte dos pagãos,
perigos na cidade,
perigos em lugares desertos,

perigos no mar,
perigos por parte de falsos irmãos.

Trabalhos e fadigas,
inúmeras vigílias, fome e sede,
frequentes jejuns, frio e nudez!

E, sem falar de outras coisas,
a minha preocupação de cada dia,
a solicitude por todas as igrejas!

Quem é fraco, que eu também não seja fraco com ele?
Quem é escandalizado,
que eu não fique ardendo de indignação?

Se é preciso gloriar-se,
é de minhas fraquezas que me gloriarei!

Evangelho do Dia


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 

6,19-23

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos:

"Não junteis tesouros aqui na terra,
onde a traça e a ferrugem destroem,
e os ladrões assaltam e roubam.

Ao contrário, juntai para vós tesouros no céu,
onde nem a traça e a ferrugem destroem,
nem os ladrões assaltam e roubam.

Porque, onde está o teu tesouro,
aí estará também o teu coração.

O olho é a lâmpada do corpo.
Se o teu olho é sadio,
todo o teu corpo ficará iluminado.

Se o teu olho está doente,
todo o teu corpo ficará na escuridão.
Ora, se a luz que existe em ti é escuridão,
como será grande a escuridão".

... onde está o teu tesouro, aquele que tu desejas? — porque Jesus nos disse: onde estiver o vosso tesouro, ali estará também o vosso coração — e eu pergunto: onde está o teu tesouro? Qual é para ti a realidade mais importante, mais preciosa, a realidade que atrai o meu coração como um íman? O que atrai o teu coração? Posso dizer que é o amor de Deus? Há o desejo de fazer o bem ao próximo, de viver para o Senhor e para os nossos irmãos? Posso dizer isto? Cada um responda no seu coração. Mas alguém pode dizer-me: mas Padre, eu trabalho, tenho família, para mim a realidade mais importante é ocupar-me da minha família, do trabalho... Sem dúvida, é verdade, é importante. Mas qual é a força que mantém a família unida? É precisamente o amor, e quem semeia o amor no nosso coração é Deus, o amor de Deus, é mesmo o amor de Deus que confere sentido aos pequenos compromissos diários e que ajuda também a enfrentar as grandes provações. Este é o tesouro autêntico do homem. Ir em frente na vida com amor, com aquele amor que o Senhor semeou no coração, com o amor de Deus. Este é o verdadeiro tesouro. (Papa Francisco, Angelus de 11 de agosto de 2013)